No início, convido a pessoa a me falar um pouco sobre ela por alguns minutos. Se for necessário, posso ajudar e fazer algumas perguntas.
Durante esse tempo, começo a escrever o que sinto quando a cliente fala.
Uso minhas capacidades extra sensoriais (ver, ouvir, sentir, saber…). Depois, compartilho com ela o que senti, assim que ela termina de falar. Se minhas palavras fizeram sentido, então a aconselho sobre o assunto que, para mim, deve ser trabalhado em prioridade e como fazer isso (o bom acompanhamento).
Às vezes, não sou a pessoa ideal para o trabalho que a pessoa precisa fazer.
Às vezes, não é o momento certo, ou a pessoa não está pronta. São parâmetros que devemos ouvir e levar em consideração quando a pessoa agenda sua primeira chamada comigo.
De qualquer forma, a pessoa sai dessa chamada de vídeo (gravada) com chaves, uma orientação e um caminho a seguir para resolver sua problemática.